fevereiro 09, 2008

Leveza


Não é poema, não sei fazer,
Mas leveza combina com prazer,
Prazer que nasce, da troca de olhares,
Percorrem os corpos, nos mais íntimos lugares,
Carícias vão, carícias vêm.
Aquecem corpos, almas também,
O tempo passa, ninguém detêm,
O fogo aumenta, de tanto querer bem,
Quanto desejo também,
E no vai e vem, que os corpos fazem,
Explodem os gozos, em mil detalhes,
Percorrem os corpos, trocam olhares,
As almas se tornam... UMA,
Tudo tão leve, mas leve que pluma.

7 comentários:

Cris Moreno disse...

Lindo, belo, tudo, tudo....a cor, o poema, as rosas, caramba, maravilhoso...

Parabéns!

Beijos.

Rubina disse...

Muito bonito. Mas também há prazer no frio e na solidão :) Beijo

Menina do mar disse...

UAU!!!

Filho do Vento disse...

Belíssimo poema!

E gostei do apelido: "Filho do Vento".

Um dia escrevi sobre isto, sobre Zéfiro, etc. Se encontrar o texto te mando.


Abraços, flores, estrelas...

paula barros disse...

Também não sei o que poema. Só sei o que você escreveu tem beleza, tem poesia, e gostei muito.
A foto da pena esta excelente.
beijão

Emília disse...

Olha como sabe poetar, viu?
Bjo

Anônimo disse...

Só hoje pude ler parte de teu blog, primeiro é muito "chic", cheio de efeitos, legal!! achei textos da antiga coluna do Paulo , Luz e Sombra, algumas poesias maravilhosas , uma dose de sensualidade muito grande, dita com elegância, humor.... e "Leveza"...parabéns minha amiga, estarei por aqui sempre
beijos
Dudu Santos

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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