março 05, 2009

Para Refletir

Não vou falar de política, não vou falar da vida dele, pois não sei e nem quero saber.
Só sei de uma coisa, havia muito tempo que eu não "pegava" várias vezes ao dia recordando algo que eu tivesse visto na televisão. Desde o domingo me vejo várias vezes pensando nas palavras de José Alencar.
Ver aqueles olhos que pedem vida, ver uma pessoa que quer a vida, ver um homem que luta pela vida, ver um verdadeiro exemplo de fé.
E nós o que desejamos ou fazemos das nossas vidas?

"Eu não tenho medo da morte, tenho medo da desonra. A morte é um fenômeno natural. Assim como você nasce, vai morrer um dia. Não temos que pensar nisso de forma alguma. E você vai viver o tempo que Deus quiser que você viva. Eu não posso, de forma alguma, pensar que vai acontecer alguma coisa comigo sem que Deus queira. E se Deus quiser, inclusive que eu morra, é porque vai ser bom para mim. Porque Deus não faz nada ruim contra ninguém"

"Deus não deve. E nem eu quero que Ele me dê nem um dia de vida a mais de que não possa me orgulhar. Se Deus achar que a minha vida pode ser útil e me der mais um dia de vida, eu fico naturalmente reconhecido e vou procurar fazer que esse dia seja útil"

(José Alencar)

4 comentários:

Sonia Schmorantz disse...

Assisti à esta entrevista dele, e achei fascinante...não temos que ter medo da morte, mas medo de não viver com felicidade, de não merecer a vida que temos.
Ótima postagem.
beijos

FERNANDA & POEMAS disse...

QUERIDA AMIGA, BELA POSTAGEM... GOSTEI MUITO DE LER... UM GRANDE ABRAÇO DE CSINHO E TERNURA,
FERNADINHA

edson marques disse...

Gosto do nosso vice-presidente!


Viva a Liberdade, em todos os Sentidos!


Abraços, flores, estrelas..

rouxinol de Bernardim disse...

A liberdade é valor supremo. A honra também.

Bem haja!

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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