dezembro 10, 2006

Uma carta Para DEUS

Deus Amado!
Na verdade não sei mais como escrever uma carta, com o recurso da tecnologia tudo vai através de e-mail.
Vou fazer de tudo, para que a minha carta não tenha a frieza e a brevidade dos e-mails.
Queria contar com riqueza de detalhes cada minuto do meu dia, sei que não é preciso, afinal você estava lá e acompanhou tudo de perto.
De qualquer modo, eu quero agradecer pelo dia de hoje, porque como todo humano às vezes tenho o hábito só de pedir e nem sempre demonstro minha gratidão.
Deus... eu posso te chamar de Você? Não mostra minha carta para minha vó, ela certamente não aprovaria minha conduta.
Não, não vou chamá-lo de "Senhor", com todo respeito vou dizer "Você".
Hoje quando eu estava com meus pais, filhotinha, irmãs, sobrinhos e meu cunhado, num determinado momento daquela bagunça gostosa, vi que Você estava ali, derramando seu olhar de amor sobre nós, abençoando nossa família, nosso alimento, nossas vidas.
Eu não sei como funciona o processo de formação/planejamento familiar, só sei que de algum modo, Você permitiu que eu escolhesse o lar onde pudesse encontrar amor através dos gestos mais simples.
Minha carta é de agradecimento pela família que tenho e por Você me ouvir toda vez que chamo.

3 comentários:

LucioInferro_Adolfo disse...

Puxa cara como faz voçê essas coisas lindaaaaaaasss?

Eu também escrevo assim umas coisas mas o mano lúcio parte tudo quando está com os copos.

que devo fazer para ele não partir estas coisas lindaaaas?

Voçê me ensina?

J@de disse...

Que lindo!! Ontem uma amiga me disse que eu orasse a Deus em tom de conversa, assim como vc fez...
Beijos!!

Emilia disse...

Liiiindo, fiquei comovida. É tão raro encontrar alguém com esta fé e bondade de coração! Agradeço a Deus também por pessoas como Vc cruzarem o meu caminho.
Bjinhos.

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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