janeiro 08, 2007

Saudade Não Tem Idade


Eu tinha sete anos quando ele se foi (antes do combinado). Completaria hoje 72 anos. Elvis escandalizou os anos 50 ao aparecer cantando e gingando um novo ritmo. Sua confiança e energia impulsionaram uma profunda transformação tanto na música como no comportamento. Além da beleza física e da voz (que voz não Emilia !?!). Elvis, no palco, era performático. Mas também sabia ser gentil e carinhoso com os fãs. Vou chegar aos 100 anos com a mesma saudade, afinal saudade não tem idade, nem prazo de validade.

6 comentários:

jorge disse...

como melómano que sou, não poderia deixar de gostar de elvis.

um beijo amigo

J@de disse...

Nossa eu adoro Elvis!! Via sempre os filmes, ouvia as músicas e dançava prá caramba, e que voz!!
Boa música não morre mesmo!!
Saudades sempre!!
Beijos!!

Emilia disse...

Ih, querida, eu não sou muito fã do Elvis, the Pelvis - mas lá que ele tinha talento, tinha! E uma voz notável, sendo até conhecido como 'The Voice'.
Não fez muito o meu género. Eu andava, ao tempo, mais interessada em canções de protesto (Bob Dylan, Joan Baes) e em poemas com um conteúdo mais significativo, isto nos anos 60.Depois virei fã incondicional dos Beatles e dos Rolling Stones até hoje. Nos anos 50 eu ainda andava aprendendo as primeiras letras...na escola primária e nos primeiros anos do colégio. E recortava fotos dele de revistas, lá isso é verdade ;)
Acho um bocado excessivo o culto de que é alvo lá em Graceland.Você não vai peregrinar até lá, vai, Segredinhos? Vem antes à Madeira!!

Emilia disse...

Abrindo!! Abrindo!!

Blog do Rodrigo disse...

Hoje não existe mais Elvis (concordo com o post sobre ele). Mas hoje tem...Bruce Springsteen!

rodrigo disse...

Rir sempre vai ser o melhor remédio, para qualquer idade!

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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