fevereiro 14, 2007

O Côncavo e o Convexo

(Foto: Rui Bento Alves)


Outro dia estava no "cata-louco / lata-de-sardinha" vulgo ônibus, e duas moças conversavam como duas matracas, de repente uma pergunta para a outra:
- O que é um tal de "conncavú e convéquissú"?
A outra para não demonstrar nenhuma ignorância, diz de pronto:
- É só aquela musica do Roberto Carlos.
"Intãotáné", contrariar.... nem pensar!!



Nosso amor é demais e quando amor se faz
Tudo é bem mais bonito
Nele a gente se dá muito mais do que está
E o que não está escrito
Quando a gente se abraça, tanta coisa se passa
Que não dá pra falar
Nesse encontro perfeito, entre o seu e o meu peito
Nossa roupa não dá

Nosso amor é assim, pra você e pra mim
Como manda a receita
Nossas curvas se acham, nossas formas se encaixam
Na medida perfeita

Esse amor é pra nós a loucura que traz
Esse sonho de paz e é bonito demais
Quando a gente se beija, se ama e se esquece
Da vida lá fora
Cada parte de nós tem a forma ideal
Quando juntas estão, coincidência total
Do côncavo e convexo
Assim é nosso amor, no sexo

Esse amor é pra nós a loucura que traz
Esse sonho de paz e é bonito demais
Quando a gente se beija, se ama e se esquece
Da vida lá fora

Cada parte de nós tem a forma ideal
Quando juntas estão, coincidência total
Do côncavo e convexo
Assim é nosso amor, no sexo

(Roberto Carlos / Erasmo Carlos)

3 comentários:

J@de disse...

É prá não ouvir isso que eu uso meu mepetrêis direto!! hehehehe!
Beijos!!

Emilia disse...

Esse post, Esfingezinha, genial!!!!!
Também acho as conversas muito 'coloridas' quando ando aqui na 'abelhinha', nosso mini-onibus eletrico. Mas acho q Vc devia ter explicado para as coitadas, por uma questão pedagógica...

Segredos da Esfinge disse...

Emilia,
Eu estava longe delas, e não tive como, pois eu tenho o péssimo hábito de falar sim.(Claro que com jeito, para não magoar).
Beijinhos

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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