fevereiro 15, 2007

Termômetro


Digo sempre para minhas amigas que o verdadeiro "Termômetro" de nossa beleza, charme e elegância...é nada mais, nada menos que a porta de uma construção civil.
Se uma mulher passar por lá e não receber nenhuma "cantada" é porque "embagulhou" de vez.
Segue aqui o estilo de cantadas:

- É uma muié dessa qui minha mãi qué pra nórá.
- ÔÔÔHHH Gôoostózzzaaaaa
- Caiu do céu meu anjú? Dueúúú?
- Tsssccc IIIIsssssTsssccc (* aquela puxada de ar entre os dentes - que faltam dentes, sabe?)
- Issú qui é filé minhão

É isso!!!

3 comentários:

J@de disse...

Ah nega se nem na porta da obra eu arrumar nada fico trancada o resto da vida!! hehehehe!!
Beijos!!

Emilia disse...

Ihh, aqui é igual, mas a mim só me 'cantam' as filhas, se forem passando comigo...eu sózinha passando já não suscito 'cantada' eheheh.

Andorinha... disse...

Hehehehe, ficou ótimo, Esfinge!

Ihhh, acho que nesta maré que estou, estou é precisando encontrar uma obra por aí. Tem alguma aqui perto da Marginal!? Acho que só o buraco do metrô. tsc, tsc, tsc.
Beijos,

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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