abril 03, 2011

Mário Quintana


“Se eu fosse um padre, eu, nos meus sermões,
(..) Rezaria versos, os mais belos,
desses que desde a infância me embalaram

e quem me dera que alguns fossem meus!
Porque a poesia purifica a alma
...e um belo poema — ainda que de Deus se aparte —
um belo poema sempre leva a Deus!”

5 comentários:

Sandra Botelho disse...

E não é?


Quando escrevemos, sentimos, amamos e o amor é Deus.
beijos achocolatados

silvioafonso disse...

.

Foi abrindo picadas na mata
da vida que cheguei até você.

silvioafonso





.

Li disse...

Nossa, fazia mesmo um tempão que não passava por aqui... adorei tudo (como sempre)!
Beijo grande!
Li

O Árabe disse...

Quintana... sempre fantástico! :) Bom resto de semana.

citadinokane disse...

Não sei por quantas milhas caminhamos...
Por mais que me distancie, existe uma trilha que me traz aqui.
Abraço-te fraternalmente e de ti levo o olhar enigmático e a voz amiga.
Tem um Quintana que me inquieta...

bjs

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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