julho 16, 2007

Desejos

(Rodin)

Me dá o teu sorriso, que eu preciso dele pra fazer um verso.
Me dá a tua mão, que eu preciso sentir um carinho no rosto.
Me dá o teu cabelo, que eu quero esconder o meu rosto do mundo.
Me dá a tua voz, que eu preciso escutar umas frases de amor.
Me dá o teu pezinho, pra eu fazer um carinho por baixo da mesa.
Me dá o teu olhar, que eu preciso enxergar a beleza da vida.
Me dá a tua boca, que eu quero sentir o valor do teu beijo.
Me dá o teu desejo, que eu quero esgotar meu estoque de amor.
Me dá tudo o que não deu pra ninguém.
Me dá a tua vergonha, teu sonho escondido.
Quero ser teu amante, teu servo, teu rei, teu herói, teu bandido.
Quero ver teu suor escorrer em meu peito
e me deixar sem jeito com tua luxúria.
Quero ver tua cara sofrida, franzida de tanto prazer.

(Composição: Chico da Silva)

5 comentários:

crisblog disse...

Caramba...

Entrega total...

Adoro isso...

Beijos.

minds disse...

Uauuuuu

boa semana

Edson marques disse...

Esfinge,

Quando houve a exposição do Rodin na Pinacoteca, em SP, eu, vendo as esculturas, chorei!


Impressionantes!


Mas, voltando ao teu texto: belíssimo, como sempre.


Abraços, flores, estrelas..

.

Segredos da Esfinge disse...

Cris,
Essa música é mesmo linda.
Bjos

Minds,
É mesmo de dizer "uauuuuuuuu"
beijinhos

Edson,
Também chorei quando vi.
Quanto ao texto, também acho lindo e perfeito quando vira canção.
Beijos

Josse disse...

Me dá o teu sorriso, que eu preciso dele pra fazer um verso.
Me dá a tua mão, que eu preciso sentir um carinho no rosto

Muito lindo amiga. Quando tento entrar no teu blog pelo meu ele acusa perfil não autorizado. Não sei porque. Entendo nada disso. Mas...passando pra te desejar um beijo e estava com saudades de estar por aqui.

Bjs

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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