novembro 28, 2006

Às Vezes

Às vezes me faço de: MUDA, CEGA e SURDA.
(só às vezes)

8 comentários:

Arturo O.Bandini disse...

não pense que é só você...

J@de disse...

Às vezes eu tento também... hehehehe!!
Beijos!!

LucioInferro_Adolfo disse...

Odeio gatos Bah!

simaocireneu disse...

Hum... e quem não se faz? Acho até que as pessoas mais inteligentes agem assim. É sinal de amadurecimento saber de alguma coisa e fazer que não se sabe; notar alguma coisa e fazer que não se nota. A palavra, parece-me, é dom que deva ser usado com moderação. Quantas vezes nós, pobres seres humanos pecadores, precisamos do silêncio alheio? Acho até que meus melhores amigos são míopes, disacúsicos e afônicos sempiternos.
Amplexos do Cireneu!

Anônimo disse...

Às vezes é melhor
coisa pra se
fazer:-)

Joana disse...

E faz muito bem! Que às vezes ganhamos mais com isso! :)
Bjinhos

Segredos da Esfinge disse...

Arturo, Jade, Anômino e Joana.
Quando fiz este post, logo pensei que encontraria algum comentário acompanhado de um questionamento, (se a minha postura de....às vezes me fazer de muda, cega e surda, não seria um gesto de falta de personalidade), afinal somos sempre julgados por nossos atos. Mas para minha surpresa recebi o comentário de cada um de vocês com a observação de que é necessário sim esta postura em alguns momentos de nossas vidas. E de fato, isso tem me beneficiado.
Abraço para cada um.


Lucio.
Os gatos também não são os meus prediletos, além do que, sou alérgica. A imagem foi para compor o post.
Abraço


Cireneu,
É uma honra sua presença aqui.
Conheci seu blog por indicação da minha amiga Emília e vi também que Arturo sempre faz comentários sobre você. Sou leitura assídua do seu blog, da Emília e Arturo (e outros), e tem sido um aprendizado constante.
Abraços da Esfinge.

Tozé Franco disse...

Às vezes é bom ser cego, surdo e mudo, uma coisa de cad vez....
Um abraço.

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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