maio 03, 2007

Démodé


Se fosse para definir a Esfinge com apenas uma palavra, diria:

Esfinge = Démodé

Isso mesmo, fora de moda.
Nunca gostei de moda, nem mesmo quando era adolescente e cada vez gosto menos, eu gosto de criar minha própria moda, meu estilo. Detesto sair na rua e me ver vestida como a grande maioria das mulheres, fica parecendo uniforme, não há criatividade nem para a escolha do perfume (alguém lembra da febre do POISON?).

Atualmente vejo que estão na moda as seguintes coisas:
- Ficar
- Trepar
- Dividir conta (até de motel)
- Feminismo
- Direitos Iguais

Estou e sou mesmo Démodé. Porque gosto do que havia antigamente.
- Namorar (não ficar)
- Amar (não trepar)
- Nem saber o valor da conta e ainda ter a porta aberta, a cadeira puxada para me sentar e receber flores no dia seguinte
- Feminilidade sempre, mesmo quando luto por meus direitos
- Direitos Iguais? Sim. Direito de ser igualmente feliz, afinal fazer pipi em pé é para os meninos, trocar pneu de carro também, carregar a mocinha no colo é para os meninos. Porque mulher nasceu para ser tratada com delicadeza, carinho e muito mimo (não com frescura como fossemos bonequinhas de cristal)

Vou morrer Démodé... e.... tenho dito.

13 comentários:

Rubina disse...

Assino por baixo. Parece que os homens não sabem mais ser cavalheiros, mas também por culpa das mulheres que de tanto querer ser modernas não os deixam tratá-las com distinção. Abraço

Fernanda disse...

Segundo sua lista eu sou uma Demodé feminista feminina... eheh... ou seja, gosto de namorar, amar, e de ser tratada como mulher... Curto muito o cavalheirismo, apesar de ser uma feminista, acho que uma coisa nada tem a ver com a outra... Direitos iguais, mas há que se ter bom senso para diferenciar o tratamento para cada sexo, senão tudo vira uma bagunça sem nenhum encanto...

Gostei muito do seu comentário no meu blog, pois completou bem tudo que expus... bjs

Osc@r Luiz disse...

Minha amiga!
Esqueceu de "abrir vidro de palmito"!
Acho que você vai cair em contradição, pois me parece que está "lançando a moda de ser Demodé"...
Sua abordagem é sensata!
Admiro você hoje, um pouco mais que ontem!
Um beijo!

Cris disse...

Menina...que bicho te mordeu? rsrssr
Assino embaixo!!!!!!!!!!!!
Bjs.

Mari disse...

Esfinge,

Apoiada!!

Bjs

Fernanda disse...

Muito interessante o vídeo... Sou a completamente a favor da mudança de opinião, da mudança de caminho, da mudança de hábitos e tantas outras mudanças, elas servem pra nos melhorar e acrescentar mais facetas a nossa personalidade... bjs

Breaking the Waves disse...

Brilhante!!! Também assino...


Beijinho

Blanche disse...

Querida Segredos, tem sem dúvida o mais importante por definição: personalidade e carácter! beijinho grande :)

J@de disse...

Nem vou comentar nada, a Fernanda já disse tudo que eu penso!!
Beijos!!

simaocireneu disse...

Acho que o mundo atual favorece uma forma de relacionamento estranha. As pessoas usam umas às outras, sem culpa de ambas as partes, e se deixam. Outro dia ouvi de um conhecido: tenho tantas pessoas e, ao mesmo tempo, não tenho ninguém. Triste, estranho ou algo assim...

Tozé Franco disse...

Tambémm eu gosto de ser démde em vários aspectos, sem ser saudosista.
Um abraço.

jorge disse...

minha querida esfinge, os sentimentos que expressou no seu post foram alguns dos que me fizeram escrever "o que é feito dos poetas/ o que é feito da ternura/das palavras feitas letras/ num poema sem rasura?!
de facto o mundo é cada vez mais um lugar inóspito onde o amor é trocado por relações efémeras, onde o conhecimento profundo que conduz ao amor é trocado pelo sexo rápido e inconsequente(?)e onde o valor das palavras parece moribundo.

um beijo

Emilia disse...

Querida esfinge: Se formar o Clube das Demodés não se esqueça de me enviar um boletim de inscrição! Eu quero fazer parte!

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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