maio 05, 2007

Quem Morre?


Aquele que....

... tem um infarto fulminante?
... é atropelado no cruzamento da grande avenida?
... a morte leva durante o sonho?
... não chegou a nascer?
... não resistiu o peso dos 90 anos?
... foi surpreendido por bala perdida?
... tirou a própria vida?

NÃO

Estes não morrem... partem para um novo mundo.

Morremos nós... que aqui ficamos.
Com a dor da despedida.

8 comentários:

Emilia disse...

Ai, meu Deus, que lindo mas que triste!

Mosana disse...

ai Esfinge.. que mórbido!
ao mesmo tempo que é linda toda passagem espiritual.. essa coisa da dor de quem fica é muito triste..
saudades de tu!
beijos

Mari disse...

Esfinge,

O pior é que não sabemos o que há do outro lado. Portanto, pratiquemos sempre o bem...

Cris disse...

Tentamos sempre conviver com esse vazio...tentamos...tentamos...
bjs.

Osc@r Luiz disse...

Vazio é só o vácuo.
Todo o resto tem algum conteúdo, mesmo que não possamos ver.
Estava com saudades.
Beijão!

Cris disse...

Caramba, eu também...muita saudade...
Mas olha, você está ai, em cima de mim...está até me olhando...repare...

três bjs.

um do lado direito
outro do lado esquerdo
e...um bem no meio da...testa.

jorge disse...

eu e tu
(ou só nós dois)
qual de nós virá depois
sentar na relva a recordar
os beijos ternos, os poemas
as flores feitas diademas
no entrançado dum colar?

e qual de nós há-de voltar
à sombra fresca dos salgueiros
onde ambos fomos pioneiros
da estranha arte que é amar!?

Cris disse...

Ei Oscar...vamos roubar essa poesia do Jorge pra nós?...
Que ele nem imagine tal proeza..rsrsrs.
Isso é "segredo"....rsrsrs

quatro beijos:

01 pra segredo
01 pra Jorge
02 pra vc.

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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