janeiro 29, 2008

O Perfume


“... as pessoas podiam fechar os olhos diante da grandeza, do assutador, da beleza, e podiam tapar os ouvidos diante da melodia ou de palavras sedutoras. Mas não podiam escapar ao aroma. Pois o aroma é um irmão da respiração. Com esta, ele penetra nas pessoas, elas não podem escapar-lhe caso queiram viver. E bem para dentro delas é que vai o aroma, diretamente para o coração, distinguindo lá categoricamente entre atração e menosprezo, nojo e prazer, amor e ódio. Quem dominasse os odores dominaria o coração das pessoas."

O Perfume - Patrick Süskind

9 comentários:

Rubina disse...

Um livro fantastico, arido e com cheiros mil. Beijos

paula barros disse...

fico a imaginar este domínio. Sei não como seria. beijos

aminhapele disse...

Olá!
Tenho um apelo no PEDECABRA,sobre o sequestro de uma menina na Praia do Engenho,SP.
Passa por lá e,se puderes,divulga.
Um abraço.

aminhapele disse...

Passa pelo PEDECABRA,pf.

aminhapele disse...

Não tenho pormenores.
Talvez pensassem que não me seriam necessários,em Portugal.
Quando tiver algo de novo,comunico.
Obrigado.

Edson Marques disse...

Beija-Flor,


esse livro é ótimo. Um tratado sobre as preferências humanas, em todos os sentidos, e não só no olfato...


/// Abraços, flores, estrelas

Mari disse...

Essa é bem forte hein...

Bjs

J@de disse...

Li esse livro quando adolescente e vi o filme há pouco tempo. Acho que é o que mais me atrai numa pessoa, seu cheiro!!
Beijos!!

Marky Brito disse...

Oi,

Incrível como ele descreve o que passa despercebido para nós durante boa parte da vida.

Depois do livro cheirar teve outro sentido, risos.

Abraço

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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