junho 12, 2008

Namorados


Hoje, eu queria ter o dom dos poetas, para escrever com rimas, com versos.
Queria falar de amor, do brilho nos olhos.
Quem sabe criar um soneto, que falasse de beijos e desejos.
Coisas tão lindas, melosas, meladas, que a gente sente.
Palavras rimadas, como as palavras trocadas em juras de amor.
Falaria do primeiro beijo, do primeiro abraço.
Lembraria deliciosamente....do primeiro amasso.
Quem sabe rimasse o som descompassado, dum (dumdum) coração que bate apaixonado.
Recordaria de cada detalhe, do rosto... do amado, não esqueceria nunca do beijo roubado.
Saudade sem fim do abraço apertado, ainda diria ... sobre o corpo "amado... amando... inebriado".
Talvez, por ser hoje... DIA DOS NAMORADOS.

Eu sei que vou te amar
Por toda a minha vida eu vou te amar
Em cada despedida eu vou te amar
Desesperadamente, eu sei que vou te amar
E cada verso meu será
Prá te dizer que eu sei que vou te amar
Por toda minha vida
Eu sei que vou chorar
A cada ausência tua eu vou chorar
Mas cada volta tua há de apagar
O que esta ausência tua me causou
Eu sei que vou sofrer a eterna desventura de viver
A espera de viver ao lado teu
Por toda a minha vida
(Vinícius de Moraes)

5 comentários:

Mari disse...

Florzinha,

Aqui, o seu coração já fala por você, já é pura poesia.

Tenha um ótimo dia, cheio de amor e os vindouros também...

Bjs linda!

Rubi disse...

Adoro essa musica. Um beijo na alma

blog do dudu santos disse...

um dia para te mandar um beijo...
"Não deixo minhas pègadas na pedra, deixo-as na areia da praia. Confio muito mais na memória do mar do que na lembrança dos homens"
bjossssssssssssss

edson marques disse...

Belíssimo esse teu post!

E teu comentário, sobre o Amor como obra inacabada, está perfeito!



Abraços, flores, estrelas..

Menina do mar disse...

Não te abandonei não minha amiga!! Venho aqui todos os dias!
Beijos, SAUDADES!!!

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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