dezembro 13, 2006

Que Vergonha


Fazia muito tempo que não passava por tamanha vergonha, daquela vergonha que você pede para um buraco aparecer sob os pés, que o rosto queima tanto que daria para fritar um ovo.
Foi pior que: meia-calça desfiada em festa de casamento; salto alto quebrado na hora da dança; zíper aberto na frente de estranhos; ponta da saia presa na calcinha depois de ir ao banheiro; resto de alface nos dentes; entre outras.
A vergonha foi tão grande, que nem coragem de contar eu tenho, foi algo assim:
Tentei ensinar o “Pai Nosso” ao vigário.

8 comentários:

Emilia disse...

Onde foi isso? Lá no trabalho? Eheh, não faz mal, não, às vezes o vigário tb pode ouvir o Pai Nosso mais umas vezes.
Bjo

Segredos da Esfinge disse...

Emília!
Não foi no trabalho.
Foi muito pior.......

Simão Cireneu disse...

Não há vigários que não tenham lapsos de memória, prezada Esfinge!
E quando ele reza o terço, então? Há-de repetir dezenas de preces...
Acho até que o dogma da santíssima trindade é uma desculpa daqueles senhores em idade provecta, que iam falar em deus, diziam espírito santo, jesus, jeremias, &c.
Quem não se equivoca?

Sofia disse...

Hahahah,
Eu vivo passando vergonhas assim, não ligue.
Abraços,

Joana disse...

Xii...sério! Olha que esses exemplos aí já são mt maus! hilariantes quando são com os outros, mas mt maus qd são conosco! :)

Segredos da Esfinge disse...

Simão, Sofia e Joana,
Mas me queima o rosto só de pensar.
Abraços

J@de disse...

Eu tentei comentar aqui mas não consegui...
Bão, como eu tô botando a leitura em dia, vou comentar de novo!!
Linda, fica assim não, a gente morre de vergonha, mas passa...
Beijos!!

Blanche disse...

Se o fez com o coração não se arrependa e se não fez ria-se disso, querida Segredos :)
Um beijinho da Blanche

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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