janeiro 13, 2009

Voa liberdade

Voa, voa minha liberdade
Entra se eu servir como morada
Deixa eu voar na sua altura
Agarrado na cintura
Da eterna namorada

Voa feito um sonho desvairado
Desses que a gente sonha acordado
Voa, coração esvoaçante
Feito um pássaro gigante
Contra os ventos do pecado

Voa nas manhãs ensolaradas
Entra, faz verdade esta ilusão

Voa no estalo do meu grito
Quero ser teu infinito
Neste azul sem dimensão
Voa...


(Composição: Mário Maranhão - Eunice Barbosa - Mário Marcos)

7 comentários:

silvioafonso disse...

.


Mãos finas, dedos cumpridos. Pernas grossas, pés, 39, delicados e tornozelos de tirar o fôlego. Mãos que acenam, dedos que indicam para mais ou para menos os desejos de sentir. Pernas que não cansam, pés que trouxeram e agora levam um corpo que não vejo, desconheço, mas desejo, ao delírio do desconhecido, ao paraíso, terra inventada de ninguém.

silvioafonso.





.

PoesiaMGD disse...

Um belíssimo voo!
Abraço

Verônica disse...

Sabe q é assim q me sinto, livre...
com uma sensação de liberdade tão grande, acho que quebrei todas as amarras que me deixava presa...
lindo texto....
beijossss

Tatiana disse...

Ouvir a canção acompanhando as palavras me fez perceber a grandeza dos versos...Lindo demais!

Beijos

Diego! disse...

Quisera eu também voar.
Talvez de cima as coisas pareçam menores e mais fáceis!

Liberdade...
Abraço!

mari disse...

Eu considero a Liberdade, algo de suma importância na vida do ser humano, aliás, na vida de todo ser. Ah! Liberdade, pena que muitas vezes, vigiada...

Um Piá do Sul disse...

Essa tal liberdade é tão complexa e ao mesmo tempo simples de entender. Liberdade às vezes tem a ver com vida cigana. “O céu é minha pátria, a terra minha morada e a liberdade a minha religião”
Na prática ela não existe é só um clichê.
É mais ou menos como ser feliz.
Ser livre = Liberdade
Ser Feliz = Felicidade
São só momentos, nada mais.

Por falar em momento minha cara Ro! Você tem sido um dos melhores.

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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