novembro 21, 2008

Sem ou Cem Estilos

Quem passa aqui: olha, lê, procura e não acha.
O que é o que é? UM ESTILO.
Não há de fato um estilo, nem sei o que de fato venha ser o "estilo", nunca pensei que blog tivesse necessidade de possuir 0 " tal estilo", como na moda, nas coleções primavera-verão/outono-inverno.
Já disse aqui que sou Démodé , fora de moda ou estilo.
Na verdade gosto de um pouco de tudo, gosto de música, de poesia, de flor, de amor, até mesmo falo de dor.
Mas um jeito meu, sem ou cem estilos.

4 comentários:

Menina do mar disse...

E é assim que deve ser mesmo!
Com ou sem estilos Adoro-te!

Renata Maria Parreira Cordeiro disse...

Amiga:
Estou péssima hoje porque, por minha causa, uma pessoa de que gosto muito foi hospitalizada. Postei o soneto V, comecei a publicar o ABC dos sonetos e uma canção para essa pessoa.
Se der, passe por lá.
Beijos,
Renata
PS: O nosso estilo nós é que inventamos.

Luiz disse...

Um dia! Quando eu ainda era Estiloso, pensava:
- E então, qual estilo, qual tendência devo firmar?
Sinceramente, morri e não consegui descobrir. Acho que estilo é nada mais do que um mecanismo unilateral voltado para um público específico.
Sendo eclético, seus raios solares serão mais abrangentes.
Continue assim guria! Sem estilo fiel, mas sempre ouvindo aquela voz que vem do seu útero. Nem vou dizer da consciência por que essa erra barbaridade!


Gosto de você querida!

Codinome Beija-Flor disse...

Menina do Mar,
Assim será!
Bjo grande


Renata,
Não aumente a sua dor e tortura, só passamos pelo que merecemos passar (seja você, ou a pessoa que foi hospitalizada).
Tenha fé.
Bjos

Luiz,
Acaba de me conceder a melhor definição de "estilo".
Vou ouvir "as vozes".
Ah!... e... eu de você.
Bjos

O Que Sou:

Um misto de:
Fracasso e conquista,
Coragem e medo,
Brutalidade e fragilidade,
Vida e morte, mulher e bicho,
Sonhos e pesadelos.
Sou um fio de esperança.

"Um misto de fracasso e de conquista.
Um medo transmutado de coragem.
Tão frágil como a rosa que se avista.
Brutal no cinzentismo da paisagem.
Assim mulher e bicho me retrato.
Mesclando o pesadelo com o sonho.
E vivo de incertezas... e me mato.
Num fio de esperança que reponho."
(Jorge)

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